<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:g-custom="http://base.google.com/cns/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
  <channel>
    <title>c541e836</title>
    <link>https://www.unionagro.com.br</link>
    <description />
    <atom:link href="https://www.unionagro.com.br/feed/rss2" type="application/rss+xml" rel="self" />
    <item>
      <title>Por que o cobre é estratégico na nutrição e defesa dos canaviais</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/cobre-como-tecnologia-aliada-no-vigor-protecao-e-fortalecimento-dos-canaviais</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Cobre como tecnologia aliada no vigor, proteção e fortalecimento dos canaviais
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A cana-de-açúcar é um dos pilares do agronegócio brasileiro, desempenhando papel fundamental na produção de açúcar, etanol, contribuindo de maneira expressiva para a matriz energética do país. Com milhões de hectares cultivados em diferentes regiões, a cultura enfrenta desafios crescentes relacionados à produtividade e longevidade dos canaviais. 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dentre as adversidades a que a cultura é frequentemente exposta, destacam-se a incidência de doenças como a
            &#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             estria vermelha e a síndrome da murcha
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        
            , que comprometem diretamente o
            &#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             desenvolvimento vegetativo e a eficiência produtiva dos canaviais
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            A estria vermelha é causada pela bactéria
            &#xD;
        &lt;i&gt;&#xD;
          
             Acidovorax avenae subsp. avenae
            &#xD;
        &lt;/i&gt;&#xD;
        
            , e comprometem a capacidade fotossintética da planta, podendo se disseminar rapidamente em temperatura elevadas e alta umidade, reduzindo o crescimento e a produtividade. Já a síndrome da murcha apresenta etiologia mais complexa, e envolve a interação de fatores bióticos e abióticos, incluindo fungos de solo, estresse hídrico e desequilíbrios nutricionais.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            Podem causar
            &#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             perdas expressivas em toneladas de cana por hectare (TCH)
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        
            , comprometer a longevidade dos canaviais, antecipando a necessidade de reforma e elevando os custos operacionais. O manejo dessas adversidades exige ações combinadas 
que reforcem a resistência das plantas e reduzam a presença de patógenos no ambiente.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Nesse cenário, o
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
               
              &#xD;
            &lt;span&gt;&#xD;
              
               óxido cuproso, por exemplo, se destaca como uma solução estratégica porque atua na manutenção do vigor e auxílio à proteção,
              &#xD;
            &lt;/span&gt;&#xD;
            
              criando barreira protetora na superfície foliar e nos colmos e impedindo a entrada e estabelecimento de patógenos.
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
          
             Além disso, libera íons Cu2+ que desestabilizam processos celulares essenciais aos microrganismos, levando à sua inativação.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Um fator importante para tal ação é seu efeito residual prolongado, que, diferente de outros produtos, mantém sua ação mesmo em condições de alta umidade, sendo essencial para períodos críticos de infecção.
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            Também, plantas bem supridas em cobre apresentam tecidos mais lignificados, dificultando a penetração dos patógenos e apresentando melhor tolerância a estresses bióticos e abióticos.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            O manejo com essa ferramenta deve ser feito de maneira preventiva e estrategicamente posicionada no calendário de tratos culturais. Focando, principalmente, no desenvolvimento vegetativo, garantindo proteção desde os primeiros estádios, e reforçadas em períodos de maior risco, como épocas chuvosas.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Produtores que adotam programas com a presença de cobre visando sanidade e vigor, relatam redução significativa na incidência e severidade da estria vermelha e síndrome da murcha
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             , além de lavouras com colmos mais vigorosos.
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            Também há relatos de
            &#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             maior longevidade dos canaviais
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            , com manutenção da produtividade por mais cortes.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            Ao integrar essa tecnologia a um programa de manejo bem estruturado, é possível reduzir perdas, prolongar a vida útil dos canaviais e assegurar altas produtividades com sustentabilidade. Em um cenário com margens mais apertadas e desafios fitossanitários crescentes, investir em soluções preventivas e de efeito múltiplo, como o uso do cobre, é decisão assertiva que reflete diretamente nos resultados da safra.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/png+cana.jpg" length="263534" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 24 Oct 2025 14:39:49 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/cobre-como-tecnologia-aliada-no-vigor-protecao-e-fortalecimento-dos-canaviais</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/png+cana.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/png+cana.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Aplicação foliar de fertilizantes nitrogenados: estratégia complementar para a nutrição de plantas</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/aplicacao-foliar-de-fertilizantes-nitrogenados-estrategia-complementar-para-a-nutricao-de-plantas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Eficiência nutricional, resposta rápida e redução de perdas fazem o fornecimento de nitrogênio via folha ser decisivo para o manejo.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A aplicação de nitrogênio pode ser considerada um dos pilares para o bom desenvolvimento das plantas, com efeitos diretos na produtividade das culturas. O nitrogênio (N) participa de processos essenciais como a fotossíntese, a síntese de proteínas e o crescimento vegetativo. Embora tradicionalmente, sua aplicação seja feita via solo, sua disponibilidade sofre influência de fatores como reservas do solo, taxa de matéria orgânica, pH do solo e regime hídrico. Dessa forma, a aplicação foliar de fertilizantes nitrogenados tem ganhado espaço como ferramenta relevante no manejo nutricional.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Mas afinal, quando vale a pena aplicar nitrogênio via folha?
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A pulverização de soluções contendo
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           nitrogênio diretamente sobre as folhas
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          é amplamente reconhecida como uma estratégia que permite uma
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           pronta disponibilidade do nutriente
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          , com uma
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           absorção rápida e direcionada
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          , e possibilidade de agilidade na resposta das plantas, sendo especialmente útil em situações emergenciais, como em
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           períodos de estresse
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          (seca extrema), quando o movimento de nutrientes no solo é reduzido, baixa absorção radicular (comprometimento do enraizamento, solos encharcados, com pH desequilibrado).
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em situações de deficiência nutricional aguda, com evidente clorose foliar ocasionada pela falta de nitrogênio, a aplicação foliar ameniza rapidamente os sintomas. O nitrogênio aplicado via folha pode ser alocado, também, junto a caldas de fungicidas e inseticidas, otimizando os custos com a pulverização agrícola. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Usualmente, as aplicações são realizadas em épocas tardias, ou seja, no final do ciclo das culturas, o que permite
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           ajustes de acordo com o estado nutricional da planta e condições climáticas
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          presentes durante o ciclo da cultura, com o objetivo de incrementar o conteúdo de proteína dos grãos, atendendo a necessidade real da cultura.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Estudos prévios realizados em 2002, 2009, 2018 e 2025 mostraram a possibilidade de redução no aporte de nitrogênio via solo de 25 a 40% sem que se afetasse de maneira severa os índices de vegetação e produtividade, em resposta a aplicações sequenciais de nitrogênio via foliar. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Além disso, esta técnica possibilita
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           menores riscos de perdas por volatilização ou lixiviação
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          , comuns na adubação convencional, e relevantes em áreas com alta pluviosidade ou solos com baixo teor de argila. Na verdade, contornar a dinâmica de imobilização do nitrogênio no solo é uma das principais vantagens da aplicação foliar, aumentando exponencialmente a eficiência do uso de nutrientes e reduzindo as perdas para o ambiente.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Apesar de inúmeras vantagens apresentadas pela aplicação foliar, deve-se lembrar que a quantidade de nitrogênio que pode ser fornecida por esta via é restrita, não suprindo a demanda total das culturas. Sendo seu uso recomendado como medida corretiva, de complementação ou potencialização, em fases específicas do ciclo da cultura, como os picos de desenvolvimento vegetativo, enchimento de grãos ou em momentos de estresse fisiológico.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Cuidados são necessários, também, para evitar danos por fitotoxidez, respeitando-se as doses máximas e as misturas recomendadas. Podendo, as doses, necessitar de ajuste de acordo com a formação da copa e condições climáticas do momento.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           A escolha do momento certo para a aplicação é essencial!
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em cultivos como milho, soja, trigo e café, a aplicação foliar de N pode ser feita em fases estratégicas como o estágio vegetativo ou início do reprodutivo, além da fase de formação dos grãos, sendo o parcelamento das doses e aplicações indicado para constante estímulo da fisiologia e fornecimento do nutriente para as culturas. Utilizada com critério técnico, ela pode representar
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           um ganho importante em vigor, sanidade e produtividade.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A aplicação foliar de nitrogênio, então, aparece como técnica de manejo viável para uma produção mais sustentável e otimizada, particularmente em ambientes onde se encontra alguma restrição, como limitação na disponibilidade hídrica e cultivos em estações mais secas. Não somente
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           promove um maior crescimento e desenvolvimento vegetativo
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          , como também promove
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           maior tolerância a estresses abióticos
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          , exacerbados, atualmente, pelas mudanças climáticas. Os benefícios também envolvem um melhor uso de recursos, integrando o fornecimento nutricional a aplicação de herbicidas, inseticidas e fungicidas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/nature-sky-sunny-clouds.jpg" length="320775" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 30 Apr 2025 12:05:35 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/aplicacao-foliar-de-fertilizantes-nitrogenados-estrategia-complementar-para-a-nutricao-de-plantas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/nature-sky-sunny-clouds.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/nature-sky-sunny-clouds.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Bioativadores e nutrição foliar: as novas fronteiras para aumento de produtividade do milho</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/bioativadores-e-nutricao-foliar-as-novas-fronteiras-para-aumento-de-produtividade-do-milho</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Como a nutrição e fisiologia podem, juntas, otimizar o metabolismo da cultura do milho, auxiliando na máxima expressão do seu potencial produtivo
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O cenário econômico do milho safrinha é afetado por fatores como custo de produção, a produtividade, condições climáticas e competição no setor agrícola. Para a segunda safra de 24/25 a Conab estima um aumento de 3,8% na produtividade, com expectativa de atingir 94,6 milhões de toneladas, o que traz otimismo e deve incentivar os produtores a ampliar os investimentos no grão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          No contexto atual, as condições climáticas têm interferido substancialmente no progresso do plantio e desenvolvimento das lavouras, e as previsões climáticas indicam redução nas chuvas devido à troca de polaridade do regime pluviométrico, portanto, buscar estimular o metabolismo das plantas trará impactos diretos nos índices de produtividade e qualidade das culturas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Para maximizar o desenvolvimento das plantas, e promover um melhor desempenho em situações de adversidade, a combinação de bioativadores e nutrição foliar tem se mostrado uma estratégia eficiente, além de diminuir o custo de produção para o produtor rural, otimizando investimentos em adubos químicos e as aplicações de defensivos agrícolas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A nutrição foliar é especialmente importante em momentos críticos do ciclo do milho, quando a planta apresenta demanda maior de aporte nutricional, pois disponibiliza nutrientes de maneira direta, permitindo uma absorção rápida e eficiente. Já os bioativadores estimulam processos fisiológicos e bioquímicos, aumentam a capacidade de crescimento e resistência, compostos por aminoácidos, peptídeos, extratos de algas e microrganismos benéficos, e tornam o milho mais eficiente na captação e utilização dos nutrientes aplicados via solo e foliar.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A bioativação do milho está diretamente ligada ao fornecimento de nutrientes que, além de desempenharem funções metabólicas clássicas, também atuam como sinalizadores bioquímicos e ativadores de processos fisiológicos. O potássio, por exemplo, regula processos osmóticos e ativa mais de 60 enzimas relacionadas à fotossíntese e síntese de açúcares, facilitando o transporte de assimilados, melhorando o balanço hídrico, tornando a planta mais preparada para responder a estresses.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O zinco, por sua vez, é vital na síntese de triptofano, precursor da auxina, sendo assim, fundamental para crescimento radicular e alongamento celular, atuando na estabilização das membranas celulares e na ativação de enzimas antioxidantes. Além deste, o boro é estratégico para a bioativação da cultura, pois participa do transporte de açúcares, melhora a divisão celular e sinaliza processos reprodutivos. Também, o manganês, participa diretamente da quebra da molécula de água, que resulta na produção de energia para as reações metabólicas, ativa enzimas envolvidas na biossíntese de lignina e na defesa antioxidante, importantes para o vigor e a proteção do milho.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A interação entre as ferramentas potencializa os efeitos positivos na cultura do milho de diversas formas:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          •	Maior absorção e mobilização de nutrientes, pelo aumento da permeabilidade das membranas e melhor transporte dos mesmos;
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          •	Aprimoramento da fotossíntese, já que substâncias bioativas estimulam a produção de clorofila e consequente conversão de luz em energia (biomassa);
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          •	Redução do estresse oxidativo ocasionado pela presença de antioxidantes naturais nos bioativadores, que protegem as células dos danos ocasionados pela seca, temperaturas extremas e fitotoxidez;
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          •	Aumento da eficiência metabólica devido à presença de aminoácidos e fitormônios que aceleram os processos como a divisão celular e a formação de estruturas reprodutivas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Nesse contexto, o manejo adequado é fundamental para otimizar essas interações. Pesquisas recentes mostram diferentes respostas a aplicações de complexos com bioativadores e nutrientes, de acordo com a necessidade do metabolismo da cultura em determinado estágio, com respostas variadas, por exemplo, nos níveis de potássio e enxofre, mais proeminentes entre V4 e V8. Além disso, com estímulos ao desenvolvimento de raízes e parte aérea quando aplicados no plantio, aumentando a eficiência na produção de milho
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O milho é cultura de grande importância global, em função do papel econômico e social que promove, sendo considerado alimento energético e utilizado desde alimentação animal até a indústria de alta tecnologia. Apesar disso, alcançar alto rendimento na segunda safra pode ser desafiador. Ao aliar nutrientes e tecnologias bioativas como aminoácidos e extratos vegetais, melhorar a eficiência do uso de nutrientes, aumentar a resiliência a estresses ambientais e promover um crescimento mais robusto, há garantia de produção mais forte e sustentável, incrementando a produtividade e assegurando a rentabilidade.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/pexels-photo-1382102.jpeg" length="323345" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 17 Apr 2025 17:18:41 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/bioativadores-e-nutricao-foliar-as-novas-fronteiras-para-aumento-de-produtividade-do-milho</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/pexels-photo-1382102.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/pexels-photo-1382102.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Manejo pré-seca como estratégia para minimizar os impactos da seca e potencializar a produtividade da cana-de-açúcar</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/manejo-pre-seca-como-estrategia-para-minimizar-os-impactos-da-seca-e-potencializar-a-produtividade-da-cana-de-acucar</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Antecipar a estiagem com ações planejadas é essencial para garantir a resiliência e longevidade do canavial
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         O Brasil se destaca por possuir uma área cultivada com cana-de-açúcar com cerca de 9 milhões de hectares, um terço da área agropecuária do país, de acordo com levantamento realizado pelo MAPA em dezembro de 2024. Com ciclo longo, e uma diversidade de cenários encontrados, como áreas recém-plantadas e plantas quase prontas para os processos de maturação e colheita, a cultura enfrenta um período de estiagem, que coincide com o inverno. Nesse cenário, boas práticas visando o uso de potentes tecnologias, posicionadas corretamente a cada estágio de desenvolvimento, tornaram-se pilar para o sucesso produtivo desta cultura.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com o aumento da incidência de extremos climáticos e sem controle sobre estas variáveis, produtores e usinas canavieiras vivem à mercê de fenômenos de clima adversos, que trazem consigo grandes danos a cultura. No entanto, por meio de estudos desenvolvidos nas diversas instituições de ensino voltadas a agricultura e por especialistas do mercado, foram elaboradas estratégias quem podem ser adotadas com o intuito de atravessar os períodos de estiagem, por exemplo, com um mínimo de perdas (que podem chegar a 20%), mantendo altas a produtividade e qualidade do canavial.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Os estudos têm demonstrado um caminho bastante promissor, através do uso combinado de ferramentas como nutrição foliar e ativadores do metabolismo, permitindo que, em condições desfavoráveis a planta ajuste sua resposta, reduzindo perdas e se preparando para a passagem pelo período de estresse (seca – maio a setembro), no qual o fornecimento de água para o sistema estará restrito.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em momentos de estresse, a planta ativa uma série de mecanismos de defesa, mecânicos (enrolamento de folhas, espessamento de parede celular, aprofundamento de raízes em busca de água) e fisiológicos (síntese de enzimas antioxidantes e aminoácidos) para minimizar a perda de água e as trocas gasosas com o ambiente, reduzindo seu gasto energético, e mantendo o equilíbrio do seu metabolismo pelo período mais prolongado possível. Tal situação pode reduzir ou até mesmo paralisar o desenvolvimento da cultura, resultando em provável perda do potencial produtivo do canavial, consequência de encurtamento de entrenós, redução de área foliar e da produção de açúcar.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Nesse contexto, o manejo “Stay Green”, mais conhecido como “Pré-seca” tem como objetivo manter a atividade enzimática e fotossintética das folhas da cana-de-açúcar durante o período sem chuvas. A estratégia consiste em manter as folhas verdes, para que a planta não tenha seus processos fisiológicos afetados na condição de estresse hídrico. As principais aplicações com essa finalidade são à base de potássio, fósforo, magnésio, boro e aminoácidos, essenciais para a ativação do metabolismo e translocação de açúcar.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O potássio (K), na planta, atua como regulador estomático, favorecendo o melhor aproveitamento de água e nutrientes.  O fósforo (P), como um dos principais elementos formadores de ATP, molécula responsável pelo armazenamento e transporte de energia nas células, incluindo os açúcares produzidos. Enquanto isso, o magnésio (Mg) é componente central da clorofila, sendo imprescindível para a realização da fotossíntese. O boro estabiliza as membranas celulares protegendo-as dos efeitos da perda de água.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Outra possibilidade, a aplicação foliar de aminoácidos, complementa o manejo nutricional de forma extremamente eficaz, e otimiza a resposta fisiológica da planta. Aminoácidos são precursores de enzimas antioxidantes, essenciais para a degradação de radicais livres formados durante o estresse, e que são tóxicos ao metabolismo da cana-de-açúcar. Além disso, atuam como osmorreguladores, evitando a perda excessiva de água.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O manejo pré-seca, no entanto, exige um planejamento cuidadoso, para que seja posicionado no momento ideal afim de garantir o fortalecimento da planta, melhorar sua resistência e potencializar seu desempenho agronômico. Ao integrar essas ferramentas com outras práticas e tecnologias agrícolas, os produtores reduzem os efeitos negativos da estiagem além de promover uma produção mais sustentável e eficiente. A adoção do manejo pré-seca não apenas protege a lavoura contra perdas produtivas, mas também contribui para a eficiência do uso de insumos, proporcionado maior resiliência fisiológica e nutricional às plantas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Dessa forma, uma dúvida frequente quanto a este manejo se dá frente ao momento da aplicação, que deve ocorrer próximo às últimas chuvas de outono, historicamente posicionadas nos meses de abril e maio. Uma decisão relacionada ao clima e de difícil previsão, que varia de região para região, de ano para ano, sempre em função da definição climática da safra em questão, podendo se antecipar em alguns casos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A anormalidade climática traz consigo obstáculos à produção de cana-de-açúcar, e devido a adoção de janela produtiva na qual a cultura se expõe a longo período de estiagem, baixa radiação e baixa temperatura, se faz necessário adotar ferramentas e implementar estratégias que garantam a entrega de produtividade, longevidade e lucratividade do canavial. Neste contexto, se inclui o uso racional e integrado de nutrientes e aminoácidos, como proposto pelo manejo pré-seca, permitindo que a cana-de-açúcar enfrente melhor o período de adversidade e mantenha alto seu potencial produtivo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2025-04-11+142753.png" length="581742" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 11 Apr 2025 17:31:20 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/manejo-pre-seca-como-estrategia-para-minimizar-os-impactos-da-seca-e-potencializar-a-produtividade-da-cana-de-acucar</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2025-04-11+142753.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2025-04-11+142753.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pré-maturadores nutricionais: estratégia sustentável para o aumento da qualidade e produtividade da cana-de-açúcar</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/pre-maturadores-nutricionais-estrategia-sustentavel-para-o-aumento-da-qualidade-e-produtividade-da-cana-de-acucar</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como a nutrição equilibrada pode antecipar a maturação e elevar o teor de sacarose da cana, otimizando a cadeia produtiva do setor sucroalcooleiro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos principais desafios da indústria é ter à disposição um volume de cana-de-açúcar com qualidade tecnológica adequada ao processamento, seja para produção de etanol ou açúcar. A maturação da cana de açúcar é fator determinante para o processo industrial, pois, do ponto de vista fisiológico é onde se expressa o máximo potencial de armazenagem de sacarose, e ocorre de forma natural, conforme o clima da região de plantio, sendo crucial para a produção e colheita da cultura. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a crescente demanda por produtos de alta qualidade no setor sucroalcooleiro, no entanto, o mesmo fator climático que induz a maturação pode ser considerado negativo ao processo de produção de sacarose na planta da cana-de-açúcar, já que se faz necessária a combinação de temperatura, umidade do solo, precipitação, radiação solar, entre outros fatores para que o processo seja desencadeado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabe-se também, que a maturação da cana-de-açúcar pode ser induzida por meio de químicos com capacidade de alterar a composição fisiológica da planta, atrasando e/ou parando o estádio vegetativo, otimizando a translocação dos açúcares produzidos para o colmo e promovendo maior qualidade na matéria prima, o que é considerado excelente por parte do setor agroindustrial, e otimiza o planejamento de cultivo e colheita.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas, e, se fosse possível incrementar o teor de sacarose disponível para que, quando o manejo com maturador químico fosse realizado os níveis de açúcar da planta fossem maiores e, consequentemente, houvesse maior acúmulo deste açúcar?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com esse intuito, o uso de pré-maturadores nutricionais tem se mostrado ferramenta eficiente para melhoria da qualidade da matéria prima produzida, pois potencializam a produção e o acúmulo de sacarose. Diferem dos químicos pois atuam no metabolismo da planta, por meio de nutrição equilibrada e ativação de processos fisiológicos, permitindo que a cana-de-açúcar atinja o ponto ideal de colheita em um período reduzido, sem comprometer o crescimento da cultura e sua capacidade produtiva nas próximas safras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A aplicação de nutrientes específicos pode modular a ação de hormônios vegetais como auxinas, giberelinas, e citocininas, favorecendo a maturação da planta. Além disso, elementos como o magnésio, por exemplo, contribuem para a ativação da clorofila, promovendo um metabolismo mais eficiente, com consequências positivas para a translocação de açúcares para os colmos. O potássio e o boro desempenham papel essencial na mobilização e armazenamento de açúcares, elevando o teor de sacarose na planta. Ainda, o fornecimento equilibrado de zinco e manganês pode melhorar a eficiência da planta em condições de adversidade, como estresse hídrico e temperaturas elevadas, participando, também, da ativação de hormônios relacionados à maturação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sendo assim, a aplicação desses produtos na cultura da cana-de-açúcar apresenta uma série de vantagens, tais como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumento na produtividade agroindustrial, já que o maior teor de sacarose melhora o rendimento na produção de açúcar e etanol, reduz custos e ocasiona incrementos significativos na eficiência do processo industrial;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Redução de impurezas vegetais, pois em um processo de maturação uniforme há menor presença de folhas e outros materiais indesejados no momento da colheita;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Melhor aproveitamento da colheita mecanizada, também ligada a uniformidade da maturação, que permite que a colheita ocorra de forma mais eficiente, minimizando perdas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Maior sustentabilidade e menor impacto ambiental, pois são compostos por elementos essenciais à nutrição vegetal, absorvidos pelas plantas e que não ocasionam danos ao meio ambiente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A utilização de pré-maturadores nutricionais deve ser planejada considerando fatores como variedade, condições climáticas e estágio de desenvolvimento da cultura. O manejo adequado é fundamental para otimizar a produtividade e qualidade da matéria-prima destinada à indústria sucroenergética já que estes produtos atuam antecipando a maturação e promovendo maior acúmulo de sacarose.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Usualmente, recomenda-se a aplicação entre 45 e 60 dias antes da colheita, ou mesmo 30 dias antes da previsão de entrada com um maturador químico, período em que a planta está em pleno enchimento dos colmos e acúmulo de açúcares, porém, resultados recentes mostram incrementos significativos também quando utilizados junto a maturadores químicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisas recentes conduzidas pelo consultor Pedro Henrique de Cerqueira Luz (AgroPH) mostram que o uso desta ferramenta de manejo em pré-maturação pode incrementar a produtividade dos colmos em até 12 toneladas de cana por hectare (TCH) e até 3 kg de ATR. Ainda, a utilização destes tem aumentado a tolerância a adversidades, refletindo em maior eficiência fisiológica, maior estabilidade produtiva e maior entrega em ATR e TCH.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cana-de-açúcar é uma das principais culturas agrícolas do mundo e, no Brasil, tem presença significativa na economia local e nacional. Para obtenção de altas produtividades, entretanto, é necessário adequar o sistema de cultivo e adotar práticas de manejo assertivas, o que inclui o uso de nutrientes, de forma a otimizar a entrega de matéria prima, bem como alcançar a qualidade necessária para um eficiente processamento industrial, fazendo com que tanto indústria quanto produtor alcancem o máximo da rentabilidade do sistema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2025-04-04+122149.png" length="668186" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 04 Apr 2025 15:49:54 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/pre-maturadores-nutricionais-estrategia-sustentavel-para-o-aumento-da-qualidade-e-produtividade-da-cana-de-acucar</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2025-04-04+121900.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2025-04-04+122149.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Uso de adjuvantes adequados na eficácia dos defensivos</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/uso-de-adjuvantes-adequados-na-eficacia-dos-defensivos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/union_agro_anuncio_coplacana_28-9x27-9cm_v2_ok--281-29-compactado--281-29.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O conceito de adjuvante é “Qualquer substância ou composto sem propriedades fitossanitárias, exceto a água, que é acrescido numa preparação da calda de defensivos, para facilitar a aplicação, aumentar a eficácia ou diminuir riscos.” (Kissmann, 1998). Portanto as diferentes composições de adjuvantes existentes, quais sejam: óleos minerais, óleos vegetais, uréias, resinas, entre outros; possuem características de atuações diferentes. Quando escolhidos e utilizados de forma correta, podem aumentar a eficácia e interferir no resultado, por exemplo, reduzindo em até 30% o impacto na perda por qualidade da água (dado da Cotrisoja). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A atuação dos adjuvantes, geralmente, tem 2 principais focos, que podem estar combinados num produto só, que são: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Aumentar a eficiência dos defensivos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : aumentar a penetração na planta; manter o defensivo por mais tempo em contato com a superfície da folha (efeito adesivo); diminuir deriva; aumentar a superfície de contato com a folha (efeito surfactante, espalhante) e manter maior umidade por mais tempo na superfície de contato (umectante). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Melhorar a condição da calda de aplicação:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ajustar o teor de acidez da calda (pH da calda); manter o teor do pH estável por várias horas (efeito tamponante); melhorar/homogeneizar a mistura dos defensivos no tanque (efeito emulsificante); estabilizar a mistura no tanque por mais tempo; promover a dispersão de partículas, evitar que elas se aglomerem (efeito dispersante); complexar cátions livre (sequestradores de cátions, neutralizar o cálcio de “água dura”, etc.) e antiespumantes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dentre as opções disponíveis, os óleos minerais são largamente utilizados no mercado, alguns com outros componentes, como o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Triomax
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (agente emulsificante, redutor de ph, etc.) que definem as principais características de atuação. Apesar das diversas atuações, via-de-regra, algumas características se sobressaem a outras, por exemplo: pelo fato de ser óleo, é um excelente penetrante (dissolvem as gorduras das cutículas das membranas das células) e pode conter na sua composição complexante (melhora a condição da água: “dura”, alto teor de matéria orgânica, impurezas, etc.) e redutor de ph (acidifica a calda para aplicação com herbicidas, por exemplo). 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ainda em relação à óleos, alguns óleos vegetais possuem em sua composição óleo de casca de laranja, como o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Bravium
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Estes óleos diferenciados são compatíveis com todas as culturas agrícolas, inclusive as mais sensíveis para defensivos, como por exemplo, feijão, morango... e possuem ainda um efeito no desalojamento de pragas, ou seja, o seu “aroma” força a movimentação de insetos nas áreas aplicadas, fazendo com que a praga “escondida” sob a palha, ou folhas, entre em contato com o inseticida aplicado em conjunto. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portanto, a escolha do adjuvante correto pode definir o sucesso da utilização dos defensivos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Autor:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diego Marsão - Gerente Comercial da Union Agro
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/union_agro_anuncio_coplacana_28-9x27-9cm_v2_ok+%281%29-compactado+%281%29.jpg" length="228541" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 25 Nov 2024 18:30:37 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/uso-de-adjuvantes-adequados-na-eficacia-dos-defensivos</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/union_agro_anuncio_coplacana_28-9x27-9cm_v2_ok+%281%29-compactado+%281%29.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/union_agro_anuncio_coplacana_28-9x27-9cm_v2_ok+%281%29-compactado+%281%29.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Reposição de nitrogênio (N) e boro (B) em canaviais atingidos por queimadas</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/aplicacoes-foliares-de-verao-como-opcao-para-reposicao-de-nitrogenio-n-e-boro-b-em-canaviais-atingidos-por-queimadas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aplicações foliares de verão para mitigar perdas nas queimadas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As aplicações de fertilizantes foliares nitrogenados no período de verão, realizadas comumente após o estabelecimento das chuvas, que ocorrem geralmente no último trimestre do ano na região sudeste, já são consolidadas como uma forma de estimular o desenvolvimento vegetativo dos canaviais, preferencialmente após a realização de um “manejo pré e pós seca”, que busca manter a planta o mais ativa possível fisiológica e metabolicamente ao longo do período de estresse. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contudo, a problemática das queimadas, que ganhou destaque nesta safra, devido à intensidade e quantidade de focos de incêndio registrados, que chegam a 7.500 em SP até incríveis 9.700 em MG, e que devastaram uma área de aproximadamente 500.000 hectares nos dois estados citados, vem chamando a atenção para o uso das aplicações foliares como uma estratégia nutricional para o manejo de canaviais atingidos pelo fogo. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudos recentes apontam que em áreas de cana-de-açúcar atingidas por queimadas, existe uma perda expressiva, da ordem de até 70% de alguns nutrientes comumente utilizados na adubação via solo, como o enxofre (S), boro (B) fósforo (P) e que podem chegar a até 100% no caso do nitrogênio (N) por exemplo, principalmente em cenários em que o adubo foi aplicado sobre a palhada, e não incorporado ao solo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Via de regra, em regiões em que houve a ocorrência de chuvas de mais de 30 mm após a adubação superficial sobre a palhada e a posterior ação do fogo no canavial, preconiza-se a reposição de 40 a 50% por cento dos nutrientes citados acima, sendo a aplicação foliar destes, uma excelente alternativa para atingir um melhor aproveitamento por parte da planta, em função da possibilidade de parcelar a entrada destes elementos e também devido à disponibilidade e absorção imediata destes nutrientes, bem como uma resposta rápida à possíveis carências nutricionais na lavoura, se tratando de micronutrientes. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A aplicação foliar de fertilizantes nitrogenados, que possuam também outros nutrientes em sua composição, tais como boro (B), manganês (Mn), zinco (Zn) e molibdênio (Mo), no início da estação das águas é uma excelente opção para estimular o metabolismo hormonal e enzimático do canavial, bem como melhorar o aproveitamento do nitrogênio (N) aplicado. Outros nutrientes como fósforo (P), magnésio (Mg) e enxofre (S), também são importantes nesta estratégia, favorecendo a fotossíntese e a síntese de aminoácidos e proteínas, bem como para a reposição dos nutrientes perdidos em virtude das queimadas. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A utilização de foliares à base de boro monoetanolamina (MEA), em conjunto com a aplicação nitrogenada é também uma excelente forma de complementar a reposição deste nutriente e estimular a multiplicação celular e o pleno estabelecimento vegetativo da cana-de-açúcar, resultando em um canavial vigoroso e produtivo. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autor:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ebson Silva – Consultor Técnico de Mercado da Union Agro 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/nitrogenados+coplcana+14-10-compactado.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/nitrogenados+coplcana+14-10-compactado.jpg" length="563076" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 15 Oct 2024 17:29:18 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/aplicacoes-foliares-de-verao-como-opcao-para-reposicao-de-nitrogenio-n-e-boro-b-em-canaviais-atingidos-por-queimadas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/nitrogenados+coplcana+14-10-compactado.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/nitrogenados+coplcana+14-10-compactado.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>FBN – A fábrica biológica de adubo nitrogenado</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/fbnsojaunionagro</link>
      <description>O uso de micronutrientes como manganês, cobalto, molibdênio e níquel, proporcionam um eficiente processo de fixação biológica e metabolismo do nitrogênio, que refletirá na produtividade e no menor gastos com fertilizantes nitrogenados.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comece sua safra com o pé direito!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/nutry-nitro-raiz-premium-1920w.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A fixação biológica do nitrogênio (FBN) é um mecanismo executado por alguns grupos de microrganismos, os quais possuem a enzima nitrogenase funcional, e que posteriormente será utilizada como fonte de nitrogênio para o suprimento nutricional de algumas plantas. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nas leguminosas como a soja, a importância desse processo é tão grande, que a inoculação de bactérias do gênero
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Bradyrhizobium
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            dispensa totalmente a utilização de fertilizantes nitrogenados, resultado em economia para o produtor rural. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mais importante que a inoculação, é a re-inoculação, ou seja, a reposição por safra da microbiota do solo; em 2005, a Embrapa Soja em uma revisão bibliográfica nacional, apresentou resultados entre 3 e 16% de ganhos de produtividade com essa prática. (Hungria et al. 2005). 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A FBN funciona como se fosse uma verdadeira “fábrica”, que para funcionar, precisa dos seus “operadores” (bactérias diazotróficas). Esses “operadores” captam a “matéria prima” (N2 do ar), que passa por diversas “etapas de beneficiamento”, até a formação do “produto final” (N assimilável) e assim pode atender o “consumidor final” (planta). Nesse mesmo contexto a nutrição vegetal tem uma enorme importância em cada um desses processos que compõem a fixação biológica e metabolismo do nitrogênio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Existem diversos nutrientes envolvidos na FBN, cada um atuando em um ou mais processos. O micronutriente
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ferro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , abundante em solos brasileiros, tem a função de manter os nódulos ativos, juntamente com o micronutriente
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           cobalto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , controlam a quantidade de oxigênio dentro do nódulo. Outro micronutriente importante é o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           molibdênio
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , é a peça-chave da enzima nitrogenase, que é responsável por acelerar o processo de transformação do nitrogênio do ar em amoniacal, que, posteriormente, será reduzida até a forma assimilável pelas plantas, por meio da urease, onde o micronutriente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            manganês
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            níquel
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           têm papel essencial, o último participando também da hidrogenase. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A aplicação de cobalto, molibdênio e níquel na soja, é uma prática comumente realizada no tratamento de semente ou via sulco de plantio pensando principalmente, na atividade dos primeiros nódulos ativos da cultura. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No ciclo da soja, existem “3 ápices de nodulação”, o qual aumenta drasticamente o número e massa de nódulos: o primeiro e menor dos três em V3-V4, o segundo em R1-R2 e o terceiro e maior ápice de nodulação em R5.3. (Câmara. 2014) Ou seja, nessas fases, é a maior demanda dos micronutrientes envolvidos no processo. Assim pode-se realizar também de 2 a 3 complementações foliares, com molibdênio e níquel. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em síntese, o uso de micronutrientes como manganês, cobalto, molibdênio e níquel, proporcionam um eficiente processo de fixação biológica e metabolismo do nitrogênio, que refletirá na  produtividade e no menor gastos com fertilizantes nitrogenados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gustavo Esteves Cambaúva - Representante Técnico de Vendas da Union Agro 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/nutry-nitroraiz-premium.png" length="346136" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 14 Oct 2024 16:08:10 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/fbnsojaunionagro</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/nutry-nitroraiz-premium.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/nutry-nitroraiz-premium.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Complexo de nutrientes essenciais para corte de soqueira</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/complexo-de-nutrientes-essenciais-para-corte-de-soqueira</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Maximização de lucros no canavial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Imagem+do+WhatsApp+de+2024-10-09+%C3%A0%28s%29+13.26.44_9096a706.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A aplicação de fertilizantes compostos com micro e macronutrientes via corte de soqueira ou via “drench” é uma excelente fonte de remuneração extra para o produtor, via aumento de produtividade. Esta prática, quando utilizada com produto equilibrado, quelatizado de alta solubilidade e compostos que permitem máxima absorção pelas plantas, pode ser utilizada ao longo de toda a safra. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A condução nutricional adequada da soqueira busca fomentar o máximo de brotação, vigor e longevidade dos perfilhos. O correto suprimento de nutrientes e outros compostos compatíveis permitirá resultados expressivos para as soqueiras de todos os manejos varietais (precoces, médias e tardias) e épocas de corte (pré-seca, seca, pós-seca e verão). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os principais nutrientes para o início da brotação de soqueira, são Boro, Enxofre, Manganês, Molibdênio, Nitrogênio, Cobre e Zinco. Além destes nutrientes, o processo de quelatização, ou seja, a complexação com compostos orgânicos de cada molécula, permitirá maior solubilidade para absorção pela planta via raiz, ou folhas. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Abaixo estão relacionados os nutrientes, suas principais características agronômicas e funções no metabolismo da soqueira: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Boro – alta mobilidade no solo e pouca na planta; atua no metabolismo de crescimento da planta, enraizamento e transporte de açúcar; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Manganês – baixa mobilidade no solo e na planta; atua no metabolismo da fotossíntese e crescimento da planta; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Molibdênio – alta mobilidade no solo e na planta; atua na fixação biológica de nitrogênio no solo e assimilação deste pela planta; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Nitrogênio – alta mobilidade no solo e na planta; função estrutural participando de compostos orgânicos e processos fisiológicos que atuam no crescimento e desenvolvimento da planta; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Cobre – baixa mobilidade no solo e na planta; atua na fotossíntese, respiração, metabolismo de proteínas e metabolismo para compostos de resistência contra patógenos; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Zinco – baixa mobilidade no solo e na planta; responsável pela síntese de aminoácido (triptofano), síntese de proteína e crescimento vegetal. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estes elementos são deficitários na maioria dos solos brasileiros, portanto a aplicação de fertilizante equilibrado no momento inicial do desenvolvimento da cultura, torna-se essencial para garantia de produtividade. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A aplicação de fertilizantes líquidos de alta solubilidade e estabilidade de calda, permitem fácil manuseio e rendimento operacional em aplicações simultâneas com defensivos para controle de pragas de solos (corte de soqueira ou “drench”). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Portanto, a oportunidade para aplicação simultânea de fertilizantes equilibrados com nutrientes essenciais ao desenvolvimento inicial de soqueiras, torna-se uma alternativa de incremento de produtividade de baixo custo, maximizando lucro. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autor:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diego Marsão - Gerente Comercial Union Agro
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Imagem+do+WhatsApp+de+2024-10-09+%C3%A0%28s%29+13.26.44_9096a706.jpg" length="198702" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 10 Oct 2024 11:59:42 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/complexo-de-nutrientes-essenciais-para-corte-de-soqueira</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Imagem+do+WhatsApp+de+2024-10-09+%C3%A0%28s%29+13.26.44_9096a706.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Imagem+do+WhatsApp+de+2024-10-09+%C3%A0%28s%29+13.26.44_9096a706.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ATR – quanto vale sua cana-de-açúcar?</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/my-post</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ATR – quanto vale sua cana-de-açúcar?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Arte+cana+Nutry.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cana-de-açúcar é uma cultura altamente tecnificada, que compõe uma complexa cadeia produtiva por trás da exportação dos seus derivados. Por isso, cada vez mais, os produtores investem não apenas em soluções para aumentar a quantidade produzida (TCH – toneladas de cana por hectare), mas também a qualidade (ATR – açúcar total recuperável). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ATR representa a capacidade da cana em ser convertida em açúcar ou álcool através dos, ou seja, o cálculo do ATR está atrelado ao preço dos derivados da produção, oscilando de preço de acordo com os mesmos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para atingir altos níveis de ATR, é preciso que a planta esteja fisiologicamente pronta em seu estágio de maturação, que pode ser mais bem manejado ou mesmo antecipado, com técnicas para reduzir a síntese de hormônios de juvenoides, reduzindo ou mesmo inibindo o crescimento apical e gerando assim o acúmulo de sacarose no colmo. Atualmente existem diversos produtos comerciais e trabalhos realizados, que demonstram ganho de ATR e benefícios para planejamento de safra do produtor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A nutrição entra neste cenário, de forma mais recente e com resultados ainda mais interessantes: a chamada “maturação nutricional”, consiste na aplicação de produtos com balanço nutricional voltado para a translocação de açúcares e aplicados via folha, junto ou antecipadamente ao maturador convencional. A aplicação de nutrientes como nitrogênio, potássio, boro, magnésio e zinco criam uma “poupança ainda maior” de sacarose na planta e possuem grande sinergia com as ferramentas tradicionais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em canaviais com restrição de aplicação com os maturadores químicos, pode-se optar apenas pelo maturador nutricional, podendo evoluir no acúmulo de sacarose sem interferir no crescimento apical da cana-de-açúcar. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas ferramentas podem ser usadas não apenas para acúmulo de açúcar, mas também para a inibição do florescimento, que talvez seja, um dos piores cenários para o canavieiro em relação a qualidade (ATR). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autor:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gustavo Esteves Cambaúva - Representante Técnico de Vendas da Union Agro 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/ATR-.jpg" length="198487" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 26 Aug 2024 19:17:32 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/my-post</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Arte+cana+Nutry.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/ATR-.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O que limita a sua produtividade? Já pensou no enxofre?</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/produtividade/enxofre</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Linha NutryGran é + Enxofre do início ao fim
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algumas soluções para equilibrar a produtividade, muitas vezes, nos passam aos olhos e não percebemos. A que vamos destacar aqui é o Macronutriente Enxofre (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           S
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ), ele é considerado “macro”, pois sua demanda para as culturas agrícolas é em Kg/ha, tornando-se essencial e limitante. Porém, mesmo sendo essencial, ele não é tão discutido, investigado, ou até lembrado como deveria. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O enxofre é um dos principais elementos no metabolismo da planta, atuando na estrutura de moléculas: em aminoácidos; gorduras (lipídios); polissacarídeos (celulose e amidos); flavonoides (indutores de resistência a doenças) e alcaloides (defesa contra pragas). Além de atuação ampla como ativador enzimático. Portanto, fundamental para colheitas produtivas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém, por ser considerado secundário, ou seja, a quantia demandada ser menor do que N, P e K; muitos produtores não se atentam a investigar através da análise de solo, a real demanda deste nutriente. Pela experiência deste autor, na região de Piracicaba e Jaú, num universo de 170 mil ha, distribuídos em aproximadamente 1.200 propriedades e 15.300 análises de solos, o enxofre (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           S
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ) apresentou teores médio (S menor que 15 mg/dm³) em 83% das amostras de 0-20, áreas inclusive com práticas regulares de gessagem. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estes níveis baixos, estão ligados principalmente as fontes oferecidas, a grande maioria são de alta solubilidade (gesso, sulfato de amônio, super simples, etc.) que possuem excelentes atributos ligados a outros nutrientes, porém não são específicos para fornecimento de S. Hoje no mercado a melhor fonte de enxofre via solo, para nutrição das culturas agrícolas é o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           enxofre + bentonita pastilhado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O enxofre + bentonita pastilhado
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (90% de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           S)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , são grânulos equivalentes a lentilhas, compostos de enxofre elementar fundido com argila bentonita 2:1. Esta mistura homogênea, quando aplicado no solo, na dinâmica de umidade e secamento dos solos, a argila expande em até 20 vezes o seu volume, permitindo que o enxofre elementar seja “atacado” pela microbiota do solo e disponibilizado para a planta na forma de sulfato. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A grande vantagem é que esta dinâmica do elemento ligado a argila, possibilita a liberação controlada de enxofre na camada superficial, sem lixiviação, permitindo o correto fornecimento ao longo do ciclo da cultura. Inclusive, existe no mercado enxofre e bentonita agregado com micronutrientes, como Boro (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           B
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ) e Zinco (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Zn
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ), oferecendo, além do S, o B (0,7% a 1%) e o Zn (0,7%) de forma controlada ao longo do ciclo das culturas. Pela forma apresentada, a aplicação pode ser à lanço em área total, ou localizada com adubadores, cultivadores, sulcadores, etc. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O importante é que a fórmula ofertada apresente a maior concentração possível de enxofre (ideal é 90% de S, ou 85% quando combinado com B e Zn), mas que contenha a argila bentonita, para possibilitar a disponibilidade controlada. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre o autor:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Post-Nutry-Gran-v.3_03.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Post-Nutry-Gran-v.3_01--28002-29.jpg" length="175588" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 24 Jul 2024 17:40:27 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/produtividade/enxofre</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Post-Nutry-Gran-v.3_01--28002-29.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/Post-Nutry-Gran-v.3_01--28002-29.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O canavial em plena atividade: uma análise da fisiologia durante a época seca</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/o-canavial-em-plena-atividade-uma-analise-da-fisiologia-durante-a-epoca-seca</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O canavial em plena atividade: uma análise da fisiologia durante a época seca
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem diversos estudos científicos que avaliam o crescimento da cana-de-açúcar, comparando variedades, épocas do ano e regiões geográficas diferentes, entretanto, o que não fica dúvidas, é que as maiores taxas de crescimento correspondem ao período chuvoso, em geral, entre outubro e março e menores taxas de crescimento durante os meses de abril a setembro, correspondendo ao período seco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conforme trabalho realizado por Guimarães et al. (2017), durante o período chuvoso, a taxa de acréscimo médio da cana-de-açúcar foi de aproximadamente 0,6 toneladas por hectare por dia, enquanto durante o período seco, a taxa média de foi de 0,4 toneladas por hectare por dia, isso corresponde a um aumento de cerca de 50% na taxa de crescimento da cana-de-açúcar durante a época chuvosa em comparação com a época seca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nesse contexto o manejo “Stay Green”, mais conhecido como manejo “Pré-seca” tem como objetivo manter a atividade enzimática e fotossintética das folhas da cana-de-açúcar durante o período sem chuvas. A estratégia consiste em manter as folhas verdes, para que a planta não tenha seus processos fisiológicos afetados na condição de estresse hídrico.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As ferramentas mais comuns, que vem sendo adotadas no manejo “Pré-seca” são os bioestimulantes, aminoácidos e complexos de nutrientes ativadores fisiológicos e translocadores de açúcar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo Godofredo Vitti, os nutrientes potássio, magnésio, boro e fósforo são essenciais para a translocação de açúcares em plantas. Segundo suas pesquisas, o potássio, por exemplo, é importante para a manutenção da pressão osmótica nas células, facilitando a absorção de água e nutrientes, incluindo açúcares, pelas raízes e seu transporte para outras partes da planta. O magnésio, por sua vez, atua na síntese de clorofila, fundamental para a fotossíntese e produção de açúcares. O boro tem a função de estabilizar as membranas celulares, protegendo as células dos efeitos danosos do excesso de açúcares. E o fósforo é um dos principais componentes dos ATPs, moléculas responsáveis pelo armazenamento e transporte de energia nas células, incluindo os açúcares produzidos na fotossíntese. (Adaptado de referência: Vitti, 2015).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando se trata de bioestimulantes, as algas vêm ganhando grande importância no manejo pré-seca. Segundo Costa et al. (2018), a A. nodosum, possui compostos bioativos que podem melhorar o desenvolvimento radicular, a absorção de nutrientes e o metabolismo de carboidratos na planta. Além disso, aminoácidos são importantes para a síntese de proteínas e outras moléculas que desempenham um papel importante no crescimento e desenvolvimento da cultura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portanto, esse manejo, confere maior tolerância ao déficit hídrico, mantendo a planta fotossinteticamente mais ativa, utilizando melhor os recursos como água e nutrientes e fazendo a manutenção da produção de açúcar e biomassa, conservando assim TCH e principalmente ATR.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gustavo Esteves Cambaúva - Representante Técnico de Vendas da Union Agro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/thumbnail.jpg" length="48906" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 29 Sep 2023 19:09:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/o-canavial-em-plena-atividade-uma-analise-da-fisiologia-durante-a-epoca-seca</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/thumbnail.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/thumbnail.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Uso de bioestimulantes na agricultura</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/uso-de-bioestimulantes-na-agricultura</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uso de bioestimulantes na agricultura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com Silva et al. (2016), bioestimulantes, também conhecidos como bioativadores fisiológicos, são substâncias (orgânicas, sintéticas ou microrganismos) que, quando aplicadas na folha, sementes, raízes ou solo, possuem capacidade de alterar e potencializar diversos processos metabólicos e fisiológicos. Segundo Vasconcelos (2006), os bioestimulantes contribuem para o aumento da absorção de água e nutrientes pelas plantas, além de fornecer resistência contra estresses hídricos e resíduos de herbicidas no solo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na soja, o uso de extrato de algas Ascophyllum nodosum já é consolidado e começa a partir da semente. Além da utilização do cobalto, molibdênio e níquel no TS ou no sulco de plantio, o uso desses bioestimulantes tem sido posicionado, trazendo benefícios como: emergência mais rápida e uniforme, melhor enraizamento e uniformidade de stand de plantas; isso se dá principalmente porque essas algas são ricas em hormônios juvenoides como
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           auxina, citocinina e giberelina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No estádio fenológico denominado V4, comumente se utiliza o glifosato como herbicida pós-emergente e, apesar da tolerância das variedades atuais, a soja acaba 'travando'. Nesse contexto, o uso de aminoácidos como
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fenilalanina, tirosina e triptofano
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é muito efetivo para amenizar o número de dias enfrentando o estresse. Nessa mesma fase fenológica, o uso de A. nodosum tem sido muito eficiente na parte de arquitetura de plantas, com maior 'engalhamento' e encurtamento de internódios.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além dos estádios vegetativos, o uso de extrato de algas tem sido muito eficaz no estádio reprodutivo, já que a soja pode passar por intempéries climáticas e começar a produzir
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           etileno
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (hormônio de envelhecimento), causando assim grande taxa de abortamento floral. O uso de A. nodosum pode diminuir de maneira significativa este efeito, pela ação dos hormônios juvenoides."
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso de bioativadores fisiológicos à base de algas na cultura da cana-de-açúcar tem se tornado também cada vez mais comum, devido aos benefícios que oferece para o desenvolvimento e produtividade da cultura. Seu uso já é predominante no plantio e corte de soqueira, pois proporciona grande estímulo de crescimento das raízes e brotações da cana-de-açúcar, pela ação dos hormônios de crescimento (juvenoides). Como resultado, nota-se maior enraizamento, maior perfilhamento e vigor de perfilhos, maior capacidade de absorver nutrientes do solo e, consequentemente, maior eficiência na utilização de fertilizantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro momento oportuno para o uso de algas e aminoácidos tem sido no chamado 'Manejo Stay Green', onde prepara-se a planta para o período da pré-seca e posteriormente pós-seca, determinando assim maior capacidade fotossintética durante o período sem chuvas e maior resistência hídrica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em conclusão, o uso de bioestimulantes e aminoácidos apresenta um enorme potencial para a agricultura sustentável e a produtividade agrícola das culturas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gustavo Esteves Cambaúva - Representante Técnico de Vendas da Union Agro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/union_agro_anuncio_coplacana_28-9x27-9cm+copy_page-0001+%281%29.jpg" length="344978" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 29 Sep 2023 19:04:03 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/uso-de-bioestimulantes-na-agricultura</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/union_agro_anuncio_coplacana_28-9x27-9cm+copy_page-0001+%281%29.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/union_agro_anuncio_coplacana_28-9x27-9cm+copy_page-0001+%281%29.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Enxofre – Importante e negligenciado</title>
      <link>https://www.unionagro.com.br/enxofre-importante-e-negligenciado</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enxofre – Importante e negligenciado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O enxofre é um elemento químico fundamental para o crescimento de várias culturas, incluindo a cana-de-açúcar. É um macronutriente secundário, muitas vezes “esquecido”, porém muito importante, e que desempenha um papel fundamental na produção de aminoácidos, proteínas e enzimas, além de atuar na indução de resistência de plantas contra estresses bióticos e abióticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Via de regra, aplica-se o nutriente para atingir a extração da cultura, em torno de 50 Kg para cada 100 toneladas de colmo (Orlando Filho, 1983). Quando o teor estiver acima do nível crítico para o nutriente, pode-se usar como parâmetro a exportação da cultura. Além de ser essencial para produtividade, o enxofre melhora também a qualidade da produção. O fornecimento correto de enxofre, aumenta a produção de açúcares na cultura. São gerados cerca de 50 Kg de açúcar a cada 1 Kg do nutriente (P. A. Claudino Pedroso et al., 1986).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A disponibilidade de enxofre na maioria dos solos é insuficiente para atender às necessidades das culturas, o que torna a adição de fertilizantes com enxofre uma prática comum. O gesso agrícola é uma das ferramentas utilizadas, pois, além de ser um condicionador de subsuperfície, possui em torno de 15% de enxofre na forma de sulfato, com rápida disponibilidade, mas também lixiviação (pode variar em diferentes texturas de solo e índices pluviométricos).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra ferramenta mais interessante é o enxofre pastilhado, pois possui altas concentrações (85 a 90%) e liberação gradual, sendo uma fonte contínua durante a maior parte do ciclo de cultivo, além de ter atuação fisiológica na indução de resistência de plantas. Ele é feito a partir de enxofre elementar, que é fundido e moldado em pequenas pastilhas homogêneas, que são facilmente armazenadas, transportadas e aplicadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em suma, o enxofre pastilhado é uma alternativa de fornecimento mais eficiente, com menores doses, menor perda por lixiviação e alto rendimento operacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gustavo Esteves Cambaúva - Representante Técnico de Vendas da Union Agro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/union_agro_anuncio_coplacana_20-8x27-9cm_mar22.jpg" length="503370" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 29 Sep 2023 16:08:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.unionagro.com.br/enxofre-importante-e-negligenciado</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/union_agro_anuncio_coplacana_20-8x27-9cm_mar22.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4fab9e27/dms3rep/multi/union_agro_anuncio_coplacana_20-8x27-9cm_mar22.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
  </channel>
</rss>
